Segundo NaTelinha: O Diabo Veste Prada e 5 lições para jovens jornalistas
A espera acabou! A sequência de O Diabo Veste Prada, finalmente, chega às passarelas de moda. Quer dizer, às telas de cinema, duas décadas depois do lançamento do longa original, em 2006.
A repercussão tem sido de acordo com a expectativa dos fãs. Premiere espalhadas pelo mundo afora, com direito a celebridades desfilando pelo red carpet. Inclusive aqui, no Brasil.
Na última semana, o Theatro Municipal, no Rio de Janeiro, deu uma pausa nos espetáculos de dança e concertos musicais para receber nomes do cinema, da TV, teatro e moda, além da imprensa e convidados que conferiram em primeira mão o filme do ano.
Capas de revistas, coleções inspiradas nos looks dos personagens, com suas padronagens e indumentárias, make, cosméticos e acessórios, assim como balde de pipoca em formato de bolsa ou sapato também fazem parte do pacote.
Marketing gratuito que vem ajudando a alavancar o longa antes mesmo da sua estreia. Não me surpreende se a franja da Andrea e os fios platinados da Miranda voltarem a dominar os Studios e Coiffeuer das cidades. Aliás, já deu um Google?
Hoje, não seria exagero afirmar que o mundo respira O Diabo Veste Prada 2. Agora, pensando no mercado cinematográfico, o filme estreia no Brasil uma semana depois de Michael, cinebiografia sobre o astro pop Michael Jackson.
Embora sejam produções para públicos distintos, eu achei uma infeliz coincidência. A ponto de ousar afirmar que nesse embate de titãs Miranda Priestly leva a melhor. Inspirada em Anna Wintour, lendária editora-chefe.
Inspirada em Anna Wintour, lendária editora-chefe da Vogue norte-americana, a personagem de Meryl Streep é a dama de ferro do jornalismo. Uma mulher de língua afiada. Exigente, forte, crítica, classuda e muito feminina.
A chefe que todos temem, mas não abrem mão de tê-la por perto caso surja uma chance. Uns classificariam de masoquismo, outros de oportunidade de aprender a sobreviver no mundo corporativo.

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